Com o advento da modernidade e da cultura de consumo, as concepções de tempo e espaço são alteradas. O espaço passa a incluir a esfera virtual e o tempo ganha instantaneidade, de acordo com as novas tecnologias. Inserido nesse contexto, o sujeito contemporâneo adquire responsabilidade por sua existência e almeja realizações imediatas. Dessa forma, vem se construindo um cenário que recrimina a dor, não permite o tempo ocioso, insere a lógica do imediato e exige condutas performáticas e bem sucedidas.Esse é o cenário perfeito para o desenvolvimento do imperativo da felicidade, a partir do qual slogans, clichês e fórmulas são difundidos pelos diferentes veículos midiáticos. Este livro tem como objetivo investigar as concepções específicas de felicidade para um grupo de entrevistados, bem como verificar em que medida os padrões sociais contemporâneos de felicidade influenciam estas percepções. Tais reflexões podem interessar a Psicólogos, Sociólogos, Filósofos e todos aqueles que buscam uma maior compreensão sobre o tema.

 

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